O começo
Minha história começa cedo — e com uma ausência que marcou profundamente quem eu me tornei.
Perdi minha mãe aos dois anos de idade e fui criado pela minha família, especialmente pelos meus tios. Cresci com uma base cristã e valores que carrego até hoje 🙏
Desde pequeno, encontrei dois refúgios que mudaram minha vida: a música e o cinema 🎶🎬
A música entrou na minha vida aos sete anos. A bateria sempre foi mais do que um instrumento — era o meu lugar seguro.
Mesmo sem entender na época, hoje eu sei: ali já existia um processo de cuidado emocional.
Sempre fui uma pessoa mais reservada. Na juventude, enfrentei dificuldades de conexão, inseguranças e situações de bullying.
E foi justamente a música que me ajudou a me encontrar.
O cinema também me marcou — principalmente histórias que fazem refletir. Foi isso que me levou à educação, onde me formei em História e Geografia.
✨ Talvez, em algum momento da sua vida, você também tenha precisado encontrar um lugar seguro… mesmo sem saber exatamente como.
O professor antes do terapeuta 🤔
Foi dentro da sala de aula que meu propósito começou a ganhar forma.
Como professor, tive contato com realidades profundas: adolescentes sofrendo, famílias perdidas, professores sobrecarregados.
E foi nesse caminho que algo começou a mudar dentro de mim.
Tive um contato muito próximo com adolescentes atípicos. E ali nasceu um carinho especial.
Mais do que ensinar, eu comecei a enxergar.
Enxergar a dor por trás do comportamento.
Enxergar o silêncio por trás da dificuldade.
Enxergar a pessoa — não só o aluno.
Foi nesse momento que meu olhar deixou de ser apenas pedagógico…
e passou a ser humano.
Atuando em ensino integral e projetos de vida, percebi algo muito claro:
As pessoas não precisavam apenas de ensino.
Elas precisavam de ajuda.
Mas ali eu ainda tinha um limite.
✨ Talvez você também sinta que existe um limite hoje…
mas, no fundo, sabe que ainda tem um caminho.
O ponto de virada 🤔
Foi quando entendi que precisava ir além da sala de aula.
Algo dentro de mim já não se encaixava mais.
Eu via, eu sentia… mas sabia que podia fazer mais.
Só que, ao mesmo tempo, ainda não estava tudo claro.
Existia dúvida.
Existia medo.
Mas também existia uma inquietação que não me deixava parar.
Então comecei a buscar.
Comecei a estudar, a me aprofundar, a entender melhor o comportamento, as emoções, as dores que eu já enxergava na prática.
Me aprofundei em terapia comportamental, musicoterapia e desenvolvimento de adolescentes 📚
E, aos poucos, fui conectando tudo.
Passei a unir três coisas que sempre fizeram parte de mim:
minha história, a música e a educação.
O que antes parecia separado… começou a fazer sentido.
Não era mais só sobre ensinar.
Era sobre cuidar.
Era sobre criar um espaço onde as pessoas pudessem se sentir seguras.
E foi aí que eu entendi:
eu não precisava escolher um caminho novo…
eu precisava dar um novo significado ao que eu já carregava.
E foi assim que encontrei meu caminho.
✨ Talvez você também esteja nesse momento…
sentindo que algo precisa mudar — mesmo que ainda não esteja tudo claro dentro de você.
Quando a música virou cuidado 🤔
A música sempre esteve comigo — muito antes de eu entender o porquê.
Comecei por volta dos 12 anos…
mas, antes disso, ela já existia em mim.
No quintal de casa, eu tocava em panelas e latas de tinta 🥁
Sem técnica.
Sem regra.
Mas com verdade.
A música, pra mim, já era um tipo de terapia — mesmo sem eu saber.
Com o tempo, comecei a tocar na igreja.
E foi ali que algo começou a pesar.
Existia uma exigência muito grande pela perfeição.
Muitas vezes, eu era cobrado como se já fosse um adulto formado.
E aquilo, que antes era leve… começou a ficar pesado.
Foi nesse momento que algo ficou marcado dentro de mim:
A música tem que curar — não adoecer.
Mesmo me afastando por um tempo, essa ideia nunca saiu de dentro de mim.
Eu sempre soube que a música podia ser diferente.
Que as pessoas podiam aprender…
e, ao mesmo tempo, se cuidar emocionalmente.
Anos depois, já como professor, isso voltou de forma inesperada.
Em uma eletiva de música, alguns adolescentes levavam violão e teclado 🎸🎹
Eles não sabiam tocar direito.
Mas queriam estar ali.
E aquilo me chamou atenção.
Depois, junto com um professor de fanfarra, desenvolvemos outra eletiva.
E ali algo ficou muito claro:
Adolescentes que em sala eram vistos como “difíceis” ou “rebeldes”…
na música, começavam a se transformar.
Eles se conectavam.
Se expressavam.
Queriam participar.
Ali eu entendi, na prática, o poder da música como cuidado.
E junto com isso, sempre esteve presente algo que também me marcou muito: o cinema 🎬
A cinematerapia se tornou uma marca minha.
Eu ensinava através de filmes, histórias, aventuras e vidas.
Era minha forma de gerar reflexão… e conexão.
Foi nesse momento que tudo começou a se unir:
Minha história.
A música.
O cinema.
A educação.
E foi aí que comecei a me aprofundar ainda mais — estudando, buscando, entendendo.
Não para complicar.
Mas para aprender a ajudar… de forma simples.
✨ Talvez você também já tenha sentido isso…
quando algo que deveria ser leve começou a pesar —
e, no fundo, você só precisava de um jeito mais humano de lidar com tudo.
Por que o EloMentex nasceu 🤔
O EloMentex não nasceu por acaso.
Ele nasceu daquilo que eu vivi…
do que eu senti…
e do que eu comecei a entender ao longo do caminho.
Eu percebi que muitas dores não vêm da falta de capacidade.
Vêm da falta de conexão.
Conexão consigo mesmo.
Conexão com as emoções.
Conexão dentro de casa — principalmente entre pais e filhos.
Foi aí que tudo fez sentido.
EloMentex é isso:
Um elo com a mente.
Um elo com o sentir.
Um elo entre pessoas.
Não é sobre técnica complicada.
Não é sobre falar difícil.
É sobre criar um espaço seguro…
onde a pessoa possa ser quem ela é, sem medo e sem julgamento.
Um espaço de escuta.
De acolhimento.
De direção.
Onde, aos poucos, tudo começa a se organizar por dentro.
Porque, no final, não é sobre mudar quem a pessoa é.
É sobre ajudar ela a se encontrar de novo.
✨ Talvez o que esteja faltando hoje não seja força…
mas conexão.
A história por trás do “Simples como tomar um café” ☕
Muita gente me pergunta:
por que o café?
Por que “simples como tomar um café”?
Pra mim, simplicidade não é estética.
É uma mentalidade.
Isso vem desde a minha infância.
Eu sempre admirei pessoas simples.
E, na minha visão, simplicidade nunca teve relação com dinheiro ou posição social.
Tem a ver com quem a pessoa é.
Com a forma como ela trata os outros.
Com a forma como ela se apresenta no mundo.
Eu sempre admirei aquelas pessoas que conversam com qualquer um.
Que cumprimentam o diretor da empresa da mesma forma que cumprimentam o faxineiro… ou alguém na rua.
Pessoas de verdade.
Com sorriso leve.
Sem máscara.
E uma coisa eu sempre digo:
Ser simples não é ser bobo.
É ter coragem de continuar sendo quem você é.
Eu sempre fui assim.
Sou o mesmo desde criança.
Minha essência não mudou.
E, pra mim, transformação não tem a ver com mudar quem a pessoa é.
Tem a ver com equilíbrio.
Equilíbrio emocional.
Equilíbrio na vida.
Equilíbrio em tudo.
E foi pensando nisso que veio a pergunta:
Existe algo mais simples do que tomar um café?
O café está em todo lugar.
Na esquina.
No trabalho.
Em casa.
Mas, mais do que isso… o café cria momentos.
É aquela pausa no meio de um dia corrido.
É o momento em que as pessoas respiram, conversam, dão risada de verdade.
É o café da manhã em casa.
O café da vó.
O café no shopping.
O café com alguém importante.
O café traz leveza.
Traz proximidade.
Traz verdade.
E é exatamente isso que eu acredito.
Por isso, eu digo:
O Prof. Xavier é simples… como tomar um café. ☕
A mandala do EloMentex
Essa mandala representa tudo aquilo que eu acredito.
Ela não é só uma imagem.
Ela é um caminho.
Um lembrete de que tudo está conectado.
No centro, está o que sustenta tudo: ✨
Equilíbrio.
Integração.
Propósito.
É quando mente, emoção e essência começam a se alinhar…
que a vida também começa a se organizar.
🟤 Simplicidade (o café ☕)
Aqui está a base de tudo.
Acolhimento.
Presença.
Escuta com calma.
Um ambiente seguro.
Porque, pra mim, transformação não começa na pressão.
Começa no simples.
🔵 Autoconhecimento (a mente)
É o olhar para dentro.
Entender pensamentos.
Organizar emoções.
Criar clareza.
Sem autoconhecimento, a pessoa se perde.
Com ele, ela começa a se encontrar.
🟢 Transformação (a árvore)
Nada muda de um dia para o outro.
Transformação é processo.
É crescimento.
É desenvolvimento.
É criar raízes… enquanto evolui.
Sem pressa.
Mas sem parar.
⚪ Inclusão e respeito (o quebra-cabeça)
Cada pessoa é única.
Não é sobre consertar.
É sobre compreender.
Respeitar o tempo.
A história.
A individualidade.
Cada peça tem seu valor.
✨ E quando tudo isso se conecta…
A simplicidade acolhe.
O autoconhecimento traz clareza.
O respeito sustenta.
E a transformação acontece.
De dentro pra fora.
✨ Porque, no final… não é sobre mudar quem você é.
É sobre se reconectar com a sua essência.
Como estou hoje 🤔
Hoje, meu trabalho é voltado para pessoas que precisam de direção, acolhimento e conexão.
Pessoas que, de alguma forma, se sentem perdidas…
sobrecarregadas…
ou desconectadas de si mesmas.
Atendo principalmente:
Adolescentes que se sentem inseguros, desmotivados ou sem direção.
Jovens que não sabem qual caminho seguir.
Pessoas que enfrentam timidez, bullying ou dificuldade de se expressar.
E professores que carregam um peso emocional silencioso.
Mas existe um público que toca meu coração de forma especial:
As mães 🤍
Principalmente aquelas que carregam tudo sozinhas…
mesmo quando não estão sozinhas.
Mães de adolescentes — típicos ou atípicos —
que muitas vezes não sabem como lidar,
se sentem cansadas, perdidas… e sem apoio.
Que tentam ser fortes o tempo todo…
mas por dentro já estão no limite.
E é aqui que entra o meu papel.
Eu não estou aqui para julgar.
Nem para apontar erros.
Estou aqui para ajudar a criar conexão.
Entre mãe e filho.
Entre a pessoa e ela mesma.
Porque quando existe conexão…
o caminho começa a aparecer.
✨ Talvez você esteja vivendo isso hoje…
tentando dar conta de tudo — mas sentindo que, por dentro, precisa de ajuda.